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Relatório aponta ameaças da liberdade religiosa em países da Primavera Árabe

O documento International Religious Freedom Report for 2011, produzido pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos e divulgado em julho, aponta preocupação com a liberdade religiosa no mundo e, em especial, em países que sofreram recentemente ou sofrem com conflitos políticos. Destacam-se os da chamada Primavera Árabe, no Norte da África e Oriente Médio.
 
“Nos países em transição política, como Tunísia, Líbia e Egito, as pessoas deram os primeiros passos do que provavelmente vai ser um caminho desafiante para a democracia. Em tempos de transição, a situação das minorias religiosas nessas sociedades vem à tona. Alguns membros da sociedade há muito tempo oprimidos buscam mais liberdade e respeito pelos seus direitos, enquanto outros temem a mudança. Essas aspirações diferentes podem exacerbar as tensões existentes”, diz o documento.
 
O texto aponta uma elevação mundial do antissemitismo e um crescente uso de leis antiblasfêmia para restringir os direitos de minorias religiosas, além de uma forte deterioração da liberdade religiosa na China, onde a interferência oficial em monastérios budistas tibetanos contribuiu para uma dezena de autoimolações. Segundo o relatório, a situação da liberdade de credo piorou também no Irã e no Paquistão em 2001.
Ao apresentar o relatório, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, mencionou a situação do Egito, que após revoltas populares depôs o antigo aliado dos Estados Unidos, Hosni Mubarak. Ela disse que a liberdade religiosa no Egito parece “bem tênue” e que o governo é incapaz de punir com rigor os responsáveis por crimes sectários.
 
Ainda em junho, no dia 27, no entanto, o novo presidente do Egito, Mohammed Mursi, ex-líder do braço político do grupo islâmico Irmandade Muçulmana, já havia assumido uma postura diferente do que aponta o relatório norte-americano. Ele convidou líderes cristãos para uma reunião em que garantiu respeito à igualdade religiosa. O bispo da Diocese Anglicana, Rev. Mouneer Hanna, prometeu orar por isso e convidou o presidente para receber líderes cristãos e muçulmanos com o objetivo de discutir formas de melhorar a harmonia religiosa.
 
“Saí da reunião muito encorajado. Devo dizer que esta iniciativa do presidente traz em si o desejo de assegurar aos cristãos que ele será o líder de todos os egípcios. Vamos continuar a orar por ele e pelo nosso amado país”, afirmou o bispo anglicano.
Equipe Editorial Web
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