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Prateleira

Os caçadores de escândalos

Com a boca escancarada riem e me acusam: “Nós sabemos de tudo!”

Durante uma semana Ultimatoonline perguntou aos internautas: “Como você reage quando acontece um escândalo na sua igreja local?” Dos que responderam à pesquisa, todos se importam e apenas 7% afirmaram que sairiam da igreja. Ao que parece, Davi experimentaria mais compreensão e menos perseguição caso freqüentasse as igrejas dos participantes da enquete. Confira abaixo os resultados. 

Como você reage quando acontece um escândalo na sua igreja local?

Saio da igreja  7%
Não me importo; todos estamos sujeitos a cair  0%
Fico triste, mas compreendo e oro pelos envolvidos  64%
Fico decepcionado, mas continuo na igreja  29%

Ultimatoonline antecipa com exclusividade para os seus leitores, o artigo “Os caçadores de escândalos”, da edição 303 da revista Ultimato, que entra em circulação na primeira semana de novembro. 


Com a boca escancarada, riem de mim e me acusam:
“Nós vimos! Sabemos de tudo!” (Sl 35.21)
 
É muito difícil esconder para sempre dos olhares humanos o pecado cometido em secreto. A experiência de Moisés foi um fracasso: ele só matou o egípcio depois de correr o olhar por todos os lados e não ver ninguém nas proximidades. E ainda tomou o cuidado de esconder o cadáver na areia. Porém, no dia seguinte, um hebreu lhe disse: “Quer matar-me como matou [ontem] o egípcio?”. Moisés então concluiu: “Com certeza tudo já foi descoberto!”. De fato, até seu avô adotivo, o todo-poderoso faraó do Egito, ficou sabendo do crime praticado por Moisés (Êx 2.11-15). 

A experiência de Davi também não deu certo. Não há adultério cometido às escondidas mais conhecido do que a aventura sexual de Davi com a mulher de Urias.

Ao mesmo tempo há adultérios não cometidos, assassinatos não praticados e roubalheiras não realizadas que testemunhas falsas, com boca escancarada e prazer diabólico, afirmam: “Nós vimos! Sabemos de tudo!”. O salmista está cercado desses caluniadores e se queixa deles o tempo todo no Salmo 35. São pessoas que se divertem à custa do seu sofrimento (v. 36). Frente a esse problema tão complexo, o salmista deseja que Deus mesmo o defenda (v. 23) e que em breve seus verdadeiros amigos cantem de alegria e se regozijem ao ver provada a sua inocência (v. 27). 

José nunca tentou abusar da mulher de seu senhor, embora ela se oferecesse a ele dia após dia. Mas a mesma mulher, furiosa porque seu intento não se realizara, caluniou José perante os empregados e o marido: “[Esse hebreu] entrou aqui e tentou abusar de mim, mas eu gritei” (Gn 39.14). 

É prudente não dar espaço para os caçadores de escândalos e agir com sabedoria em caso de calúnia, tomando todo o cuidado para não cometer o crime de que se é acusado!
É diretor editorial da Ultimato.
  • Textos publicados: 173 [ver]

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