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Notícias

Mães contra a Guerra apelam para a consciência de soldados


(ALC) A porta-voz do grupo Mães contra a Guerra, Sonia Santiago, conclamou os militares porto-riquenhos a se converterem em objetores de consciência, para não serem cúmplices de uma guerra ilegal travada em território iraquiano.

Mães contra a Guerra marcharam, no sábado, em frente ao quartel da Guarda Nacional, em Hato Rei. Militares que se negaram a ir para a guerra, dentre eles alguns porto-riquenhos, receberam assessoria legal da Associação Americana de Juristas. Porto Rico é um território dos Estados Unidos.

Mencionando dados da revista da Associação Americana de Medicina Interna deste mês, Sonia Santiago disse que uma quarta parte dos veteranos que regressa do Iraque ou do Afeganistão sofre transtornos de saúde mental. Um terço dos 180 mil soldados que solicitaram serviços médicos na Administração de Veteranos apresentou algum tipo de transtorno mental.

Apesar da crítica situação no Iraque, o presidente George Walker Bush afirmou, ontem, que uma retirada prematura das tropas do país do Oriente Médio seria “devastadora” para a segurança dos Estados Unidos.

Em declaração por motivo do aniversário da ocupação, iniciada na madrugada de 20 de março de 2003, e no meio da pressão crescente para pôr fim ao conflito, Bush admitiu que a vitória no Iraque não será fácil, mas defendeu que depois de quatro anos “a guerra pode ser ganha” com paciência e com “coragem e resolução”.

O balanço da guerra apresenta um saldo trágico: 2 milhões de refugiados, 3,5 mil baixas entre as forças de ocupação, milhares de mortos entre civis, e a popularidade de Bush em queda. Os iraquianos vivem sob uma espiral da violência, enfrentando um duplo conflito, interno e contra as tropas de ocupação.

A economia debilitada do Iraque e a luta interna confirmam o fracasso da ocupação militar por forças multinacionais. Ao dar início à operação de guerra no Iraque, o presidente Bush justificou-a com a falsa acusação de que o ditador iraquiano Saddam Hussein possuía armas de destruição em massa, e que jamais foram encontradas.

Hoje, os Estados Unidos têm 140.000 soldados aquartelados no país árabe. Enquete da rede de televisão CNN mostra que apenas 32% dos estadunidenses ainda apóiam a ocupação do Iraque, índice que era de 72% em março de 2003, quando do início da operação militar, que jamais teve a aprovação das Nações Unidas.

www.alcnoticias.org 



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