
Nossa prateleira completou a marca de 150 livros. Mesmo que em termos de quantidade não seja uma grande biblioteca, nos alegra pensar que o é em termos de conteúdo. A marca foi alcançada apropriadamente por nosso lançamento de dezembro,
O Deus Que Eu Não Entendo, do teólogo britânico Christopher J. H. Wright, que em seu ministério global apoia teólogos de países fora do eixo europeu e norte-americano.
A Ultimato começou como editora com o desejo de valorizar o autor nacional e com o compromisso de anunciar a “Boa Nova que nunca fica velha”. De fato, dos livros em catálogo, para cada dez títulos, apenas três são traduções.
“Tal relação é rara nas editoras brasileiras, quando não exatamente inversa. Quando olhamos os catálogos dos anos 80 ou 90, a situação é ainda mais constrangedora: a cada 10 títulos publicados, nenhum ou apenas um ou dois autores brasileiros. Ultimato, ao contrário, começou publicando apenas autores nacionais. Hoje, não estamos na direção contrária, mas publicamos também autores estrangeiros – traduzidos do inglês, alemão, francês e espanhol”, diz o editor Marcos Bontempo.
Entre os autores estrangeiros que publicamos o mais celebrado por nós é John Stott, por quem temos profundo respeito. Publicamos cinco
livros de sua autoria, entre eles,
um dos primeiros e o
último. Se somarmos com o catálogo da ABU Editora, com quem temos parceria, são 15 publicações.
Em nossa linha editorial valorizamos tanto a profundidade acadêmica quanto a relevância do dia-a-dia; o compromisso tanto com a sociedade quanto com o indivíduo, a busca tanto da beleza quanto da compreensão de nossa missão. Conheça nosso
catálogo.
Mesmo que publicando pouco (em torno de 10 títulos por ano), com a marca de 150 livros somos gratos a Deus por perseverarmos nos valores do reino, por abrirmos portas para reflexões cristãs e pastorais e por sonharmos com uma igreja cada vez mais alegre, madura e engajada com a Missão de Deus.
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