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PRATELEIRA

Espiritualidade não é autodescoberta nem especulação teológica

O lançamento de abril da Editora Ultimato, A Espiritualidade, o Evangelho e a Igreja (no prelo), do pastor Ricardo Barbosa, deixa claro, logo nas primeiras páginas que “a fé cristã nasce da revelação de Deus a nós. Não se trata de uma autodescoberta”.
 
A preocupação do autor é, entre outras coisas, com a “apatia espiritual, a falta de coerência entre nossas convicções e a vida [que levamos], e a distância entre a teologia e a oração”.  Ao contrário da especulação teológica ou do “intimismo” narcisista, para o autor, “manter o foco numa espiritualidade cristã e bíblica, é reconhecer a centralidade da cruz”. É preciso “buscar uma espiritualidade que encontre nos evangelhos, na pessoa de Cristo e na presença do reino de Deus sua forma e seu conteúdo.
 
Dividido em 3 blocos temáticos – “Espiritualidade”, “Evangelho” e “Igreja” –, que dão nome ao livro,  A Espiritualidade, o Evangelho e a Igreja guia o leitor pelos caminhos tortuosos da religiosidade dos nossos dias. Ao mesmo tempo em que aponta as falácias da espiritualidade e evita o escapismo subjetivo, mostra que "a meditação nas Escrituras, que nos revela Deus na pessoa de seu Filho encarnado, a vida de oração, que nos abre para Deus e para nós mesmos, e a comunhão fraterna com o povo de Deus, nos levam à verdadeira espiritualidade". No prelo.
 
Leia A simplicidade do Evangelho e a sofisticação da igreja, capítulo que abre a terceira parte do livro.
Equipe Editorial Web
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