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A arte tem poder

E se a arte dissesse mais do que o que vemos? E se ela fosse um fio da meada para entender toda uma geração? E se ela fosse um sinal para indicar o fim de uma cultura? Ultimato tem o prazer em apresentar o clássico A Arte Moderna e a Morte de uma Cultura, de Hans R. Rookmaaker, historiador e crítico cultural holandês, convertido ao Cristianismo durante a Guerra.

A Arte Moderna e a Morte de uma Cultura marcou época nos agitados anos sessenta e foi escolhido, na época, como um dos melhores pelo jornal britânico “The Observer”.

“A arte moderna não aconteceu do nada. Ela é fruto de uma profunda inversão de valores espirituais na Era da Razão, um movimento que, no decorrer de pouco mais de dois séculos, transformou o mundo”, disse o autor no primeiro capítulo.

Com olhar atento, conhecimento histórico apurado e honestidade cristã, Rookmaaker traça uma radiografia dos significados da arte moderna e seus efeitos na compreensão de quem somos e do valor que damos à vida.

De certo modo, as reflexões de H. R. Rookmaaker são tão oportunas hoje como eram há uma geração e, por essa razão, são representadas nesta nova edição. De fato, Rookmaaker teria reconhecido grande parte do cenário artístico atual.

Quando ilustra seus argumentos com pinturas famosas, A Arte Moderna e a Morte de uma Cultura ganha em didática e clareza para a compreensão dos argumentos do autor.

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Ficha técnica
Título: A Arte Moderna e a Morte de uma Cultura
Autor: H. R. Rookmaaker
Páginas: 280
Formato: 14x21
Preço: 53,60

Sobre o autor
H. R. Rookmaaker (1922–1977) cresceu nas Índias Orientais Holandesas. Quando jovem, durante a guerra na Holanda, foi preso por distribuir folhetos antinazistas e tornou-se cristão durante esse período. Em 1948, começou uma amizade com Francis Schaeffer que durou toda a vida. Em 1959, publicou sua tese de doutorado sobre o artista Gauguin e, em 1965, foi convidado a ocupar a cátedra de história da arte na Universidade Livre de Amsterdã. Deixou departamentos de arte estruturados tanto na Europa como nos Estados Unidos, e foi também um crítico de jazz muito respeitado. É autor de A Arte Não Precisa de Justificativa.

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O livro em frases


Os cristãos hoje devem entender o espírito da época. Eles devem compreender que os manifestantes e revolucionários, muitas vezes, lutam contra os mesmos males da sociedade que eles enfrentam. Mas também devem ver a deficiência de todas as respostas que não lidam com a raiz do problema.
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Aqueles que pensam que uma pintura deve ser uma réplica da natureza para ser realista estão enganados: a arte nunca imita a natureza, mas sempre retrata a realidade de uma forma humana.
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Muitos afastaram-se do cristianismo ou, o que é mais trágico, afastaram-se de Cristo quando perceberam que, se esse aspecto vital da vida humana [a arte] está fora da religião ou da fé, então deve haver um defeito básico na fé.
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As artes são, particularmente, protagonistas de uma nova maneira não cristã de pensar. É bem possível que as artes sejam, na verdade, “de vanguarda”, no sentido de que estão à frente dos demais na busca de uma forma não cristã de espiritualidade.
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A cultura é o resultado da atividade criativa do homem dentro de estruturas dadas por Deus. Portanto, ela nunca pode ser algo à parte da nossa fé.
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Não haveria casamento, economia, oração, nem arte, se não fosse o fato de que Deus os possibilitou em sua criação: Ele criou a possibilidade.
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A arte nunca deve ser usada para mostrar a validade do Cristianismo. Pelo contrário, a validade da arte deveria ser mostrada por meio do Cristianismo.
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-- Corrigido em 03/02/2015, às 13h32.

Equipe Editorial Web
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