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Palavra do leitor

Totens evangélicos

"O coração do homem é uma fábrica de ídolos", já afirmava o reformador João Calvino. Essa fábrica é engenhosa e insondável. A linguagem do homem caído é: "Dê-me um objeto e farei dele um ídolo". Mesmo os que se dizem ateus adoram divindades, criadas por ele mesmos. Para a maioria dos religiosos, o seu deus é o EU pessoal.

É muito comum na prática cristã atual a famosa consagração de objetos que, assim, deixam de ser comuns e passam a expressar um ponto de contato sobrenatural. Tal prática é herética, idolátrica e tem mais semelhanças com o xamanismo do que com qualquer tipo de espiritualidade bíblica. Registre-se: Deus abomina tais práticas.

Por quê "totens evangélicos"?

Geralmente, a significação do Totem implica como um símbolo sagrado adotado como um tipo de emblema por tribos ou clãs, por o considerarem como seus ancestrais e protetores. O totem costuma ser um poste ou coluna e pode ser representado por um animal, uma planta ou outro objeto.

Os totens são vistos como um talismã, objetos de veneração e de culto entre o grupo, que oferecem proteção, cura e saúde, prosperidade e vitória sobre as adversidades. Em algumas tribos, o totem pode ser simbolizado por um desenho do brasão do grupo, utilizado em diversos objetos como identidade da família à qual pertence.

Praticamente 99,99% das igrejas pentecostais e neopentecostais e o catolicismo romano em sua totalidade são religiões totemistas. Isso porque aplicam em seus cultos - na sua maioria profanos - a consagração de objetos, atribuindo a estes certos poderes espirituais "em nome de Jesus", como se isso fosse um tipo de "chave" para abertura de portais espirituais e acesso ao sobrenatural.

A lista de objetos consagrados é infindável: mantos, lenços e lençóis, óleos, canetas, vassouras, peças de vestuário pessoal ou de outrem, caroços de feijão, vassouras, réplicas de objetos cúlticos do judaísmo (como a Arca da Aliança, a Menorah, bandeiras, chofar, etc), chaves de carro, fechaduras, etc. Enfim, é infindável mesmo.

Como já dito anteriormente, essas práticas não encontram nenhum tipo de respaldo bíblico, pois o Verbo eterno de Deus veio e habitou entre nós. Ele é a perfeita substância cósmica e a razão do cosmos. Cristo, totalmente homem, totalmente Deus, um com o Pai e com o Espírito, uma das três pessoas da Trindade Santa, nasceu, viveu uma vida perfeita, em obediência perfeita, sob a lei perfeita, e sem pecado entregou-se para ser morto no maldito madeiro, ressuscitando ao terceiro dia pelo poder do Espírito Santo.

Cristo Jesus, o Unigênito Filho de Deus, morreu definitivamente pelos que o Pai lhe deu. Portanto, sua vida, morte e ressurreição dos mortos é a completude e a suficiência de todo o cristianismo bíblico. Tudo que fugir disso é heresia e deve ser condenado e refutado pela Igreja de Deus.

No período que compreendemos como o Antigo Testamento, os eleitos eram salvos, mediante a graça, por meio da fé, no Messias futuro, que ainda viria. Já no período do Novo Testamento, os eleitos são salvos mediante a graça, por meio da fé, no Cristo que já veio. O centro da história da redenção humana, portanto, é o Crucificado.

Arrependa-se de suas práticas totemistas e jogue fora as porcarias dos seus totens! Eles são mais legais em filmes como "O Senhor dos Anéis". Cristo Jesus é totalmente suficiente.

Soli Deo Gloria!
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