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Palavra do leitor

Restituição! Sim, restituição

Grande parte da cidadania brasileira, hoje, talvez esteja ansiosa para a chegada da segunda quinzena de junho [escrevo em 30.05.2017], quando ocorrerá o primeiro lote de RESTITUIÇÕES do imposto de renda; não é este o assunto desse texto, embora possa até citá-lo no desenvolvimento do artigo, mais adiante; se a Receita Federal levou mais do que devia, tem que RESTITUIR, e restitui anualmente.

Também não é o momento, ainda, de falar sobre o maior assalto, da história da humanidade, aos cofres públicos; este processo, denominado Lava Jato, está desvendando toda sorte de corrupção, com inúmeras condenações, várias prisões e, até mesmo, uma ínfima RESTITUIÇÃO do que foi saqueado: dinheiro que vem transitando em malas, mochilas, contas no exterior e, em passado recente, até na "cueca" de um assessor de um dos mais influentes [hoje] políticos brasileiros.

Tenho enfocado, em artigos anteriores, a questão da necessidade de conceder perdão, de pedir perdão a um nosso "desafeto", como "conditio sine qua non" para levarmos, ao altar de Deus, as nossas ofertas [não necessariamente financeiras, mas de serviço, de vida].

Foi o Senhor Jesus quem definiu essa nossa obrigação para com Deus e com o próximo:

"Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai PRIMEIRO RECONCILIAR-TE com teu irmão; e, então voltando, faze a tua oferta" (Mt. 5 23-24).

Vinha eu já dizendo, em ambiente restrito, que quando reconhecemos que erramos, às vezes até não sabendo "porque" o fizemos, e confessamos à pessoa que ofendemos, que prejudicamos, sim, confessamos que erramos, que nos arrependemos e, talvez, até peçamos perdão [voluntário ou cobrado pelo ofendido], mas deixamos que a situação fique por isso mesmo, ou seja, não voltamos aos que contamos a primeira versão para consertá-la, corrigi-la, no sentido de resgatar a imagem que ficou, injustamente maculada – assim de nada adianta o arrependimento.

A Palavra de Deus chega a uma questão que, quase sempre, passa desapercebida por nós, quando aconselha: "Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, PARA SERDES CURADOS. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo" (Tg. 5 16).

Quando cometemos injustiça contra alguém, quando ferimos o próximo, quando ofendemos um amigo, se não houver essa "reconciliação" ditada pela Palavra de Deus, podemos adoecer face à amargura no coração, face ao peso nas costas [na consciência], enquanto não obedecermos ao ensino do Senhor Jesus, já citado acima (Mt. 5 23-24).

Tenho um filho, pastor e médico em Curitiba, que abordou, recentemente, em dois vídeos, a questão da crise governamental que vem se agravando, dia-a-dia, ocasião em que oportunistas sempre aproveitam para surfar nas ondas [boatos] que a situação propicia; uma dessas correntes vem pregando "Intervenção Militar", o que ele combateu e, com grande conhecimento bíblico e histórico, afirmou ser necessário buscar soluções através da conversão de todos ao Senhor Jesus, principalmente políticos, sim conversão.

Citou, também, a história de Zaqueu, na qual o Senhor o notou em cima de uma árvore para vê-Lo passar [era bem pequeno] e o Senhor Jesus lhe disse: "Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa" (Lc. 19 5b).

A multidão, inclusive os discípulos, achou estranha a ação do Senhor de ir à casa de um corrupto; Zaqueu se arrependeu dos seus pecados, dos seus furtos, dos seus roubos e confessou-os, pediu perdão e disse:

"Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, RESTITUO quatro vezes mais. Então Jesus lhe disse: Hoje, houve salvação nesta casa" (Lc. 19 8-9).

A RESTITUIÇÃO do que se furtou, do que se roubou é essencial para que a confissão a Deus, a confissão ao ofendido, o arrependimento sincero, e o pedido de perdão sejam acolhidos [homologados] por Deus.

Se em um desentendimento, deixamos envergonhado, humilhado, desonrado, desmoralizado alguém [alguém sem culpa] temos que voltar, confessar, pedir perdão [textos já citados].

Mas isso não basta [como na Lava Jato e no pagamento de imposto de renda], temos que RESTITUIR a moral, o bom nome, a honra de quem injustamente ofendemos; e RESTITUIR só é possível se procurarmos quem nos ouviu contar a parcial história, dos supostos fatos, para que a verdadeira versão seja contada, redimindo assim a credibilidade da pessoa injustiçada.

Sem isso [texto já citado] não estamos habilitados, autorizados a servir ao nosso Deus e Pai.

Diz a Escritura Sagrada: "O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as CONFESSA E DEIXA alcançará misericórdia" (Pv. 28 13).

Pense nisso!
São Paulo - SP
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