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Palavra do leitor

O direito ao esquecimento!

Em Brasília, em 21.08.2017, anunciou-se uma reunião, na sede da OAB., para discutir "O direito ao esquecimento" e seus reflexos para a liberdade de expressão - evento voltado a profissionais da comunicação e do direito.

O fórum era para tratar do direito de uma pessoa não permitir que um fato ocorrido em um determinado momento de sua vida seja exposto ao público indefinidamente (sic), assunto este em discussão, também, no Supremo Tribunal Federal (STF).

A mídia, que anunciou o evento, não deu retorno sobre o seu resultado, ou seja, não divulgou as conclusões.

A princípio e por princípio pessoal entendo que o fórum deveria se denominar e tratar não o "direito" ao esquecimento, mas o "dever" do esquecimento.

Atualmente todos querem direitos, discutem direitos, exigem direitos, obtêm direitos, mas ninguém discute deveres, obrigações, procedimentos sadios em respeito às leis e aos princípios cristãos emanados de Deus; Deus que nos criou e estabeleceu o "modus-vivendi" de acordo com a natureza de cada qual - mas isto é assunto para outros textos.

O tema me remete não ao que se discutiu e resolveu naquele simpósio, até porque não sei sobre quais aspectos o certame foi conduzido e deve ter tomado alguma providência de sentido prático.

Em alguns artigos meus enfoquei a questão do direito que todo cidadão tem do "livre pensar" e da "livre manifestação do pensamento"; é uma questão fundamental, indiscutível e inalienável tratada na "Declaração Universal dos Direitos do Homem", hoje conhecida como "Declaração Universal dos Direitos Humanos", e nas Constituições Federais dos países democráticos.

Algumas vezes, ao citar este tema, falei também na questão do perdão que devemos colocar em ação inclusive em relação aos inimigos e perseguidores, como o Senhor Jesus recomendou:

"Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem" (Mt. 5 44).

Para amar os inimigos e orar pelos que nos perseguem, prévia e prioritariamente, devemos caminhar pela vereda [caminho estreito] do perdão [pedindo-o ou concedendo-o].

Defendo a postura de que devemos procurar e pedir perdão até em relação àqueles que nos ofenderam, é o que entendo em relação ao que o Senhor Jesus disse:

"Portanto, se trouxeres a tua oferta [não necessariamente financeira, mas de vida e serviço] ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa CONTRA TI, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta" (Mt. 5 23-24).

É muito comum as pessoas dizerem "perdoo mas não esqueço", assunto que, também, já tratei dizendo que se não esqueceu é porque não perdoou! Acontece que o "nobre" é o esquecer, e tenho, pessoalmente, falhado nisto; demoro a "assimilar" os eventuais golpes, ofensas, humilhações recebidos – peço, sempre, a Deus que me corrija nisto!

Aprendo, também, nesses raros momentos, a andar a segunda milha [quiçá as 3ª, 4ª, 5ª, etc.] apesar do piso dessa estrada ser formado por pedregulhos pontiagudos que ferem os pés, além da alma.

Deus, que é Soberano, perdoa e esquece ao jogar no fundo do mar os nossos pecados perdoados: "De novo terás compaixão de nós; pisarás as nossas maldades e atirarás os nossos pecados nas profundezas do mar" (Mq. 7 19).

"Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados" (Jr. 31 34b); e ainda: "E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades" (Hb. 10 17).

O Senhor Jesus deu vários exemplos de perdão com esquecimento; por exemplo, Ele disse à mulher pega em adultério: "Ninguém te condenou? Eu também não te condeno, vá e não peques mais" (Jo. 8 3-11); ou, em caso de curas que operou Ele disse às pessoas já curadas: "Levanta-te, e vai; a tua fé te salvou" (Lc. 17 17-19); foram curas de doenças, até as congênitas, mas Ele operou com perdão e esquecimento.

Reitero o que tenho dito em outras oportunidades: "não tenho inimigos e nem perseguidores"; nem por isso estou imune quanto a passar por situações desconfortáveis neste mundo que "jaz no maligno" (I Jo. 5 19).

E, se alguém ainda guarda mágoas, em relações a atitudes passadas minhas, de público PEÇO PERDÃO AQUI NESTE ESPAÇO E ME DISPONIBILIZO A CONVERSAR PESSOALMENTE, em nome do Senhor Jesus Cristo, nosso único e suficiente SENHOR E SALVADOR PESSOAL.

O Senhor Jesus nos ensinou: "Neste mundo passais por aflições, tende bom ânimo; eu venci o mundo" (Jo. 16 33).

Pense nisto!
São Paulo - SP
Textos publicados: 481 [ver]
Site: http://www.sefiel.com.br

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