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Palavra do leitor

O Cristo que tomou algo de mim!

Por Caio Luizetto

O dia em que me alegrei por não ter o que mereço!

O que falar daquele dia, para alguns um dia festivo, para outros um dia de lágrimas. Assim como em todas as situação da vida, enquanto muitos festejam outros choram, enquanto é dia para alguns é noite para outros. Ah! Mas esse dia! O dia em que Barrabás se tornou a melhor escolha, o dia em que o Cirineu obrigado foi a caminhar, o dia em que o calvário ficou a soluçar. Ah! Aquele dia! Aquele dia era meu, era seu! Aquele dia era nosso! E aquelas lágrimas e sorrisos também eram nossos! Ah! Aquele dia! Me alegro por ter sido tomado de mim!

Ao contemplar as histórias que nos rodeiam pode-se observar que pessoas pagam um bom dinheiro para resgatar um cachorro enquanto outros dão graças por seu cão haver sumido, outros ainda pagam uma grande quantia pelo resgate de algum objeto perdido, que se comprado em uma loja pagariam metade do preço pelo mesmo produto, isso se dá quando o produto a ser resgatado tem um valor que transcende as regras de mercado ou regras naturais, quando o objeto reavido traz consigo valores simbólicos e intrínsecos, como lembranças ou sentimentos, tornando-o muito mais caro que qualquer objeto novo. Sendo assim, pode-se perceber que de fato é na disposição, no tamanho da entrega, seja ela financeira, emocional ou física que se encontra o valor do objeto a ser resgatado, quando algo não é significativo ou não ocupa um espaço em nossos valores e história, há pouca disposição em se recuperar oque se havia perdido. É nesse ponto que nos encontramos com o evangelho de João 3.16 e talvez possamos tentar mensurar o valor que temos para o Criador. A cruz era nossa! Mas Ele por amor a assumiu como objeto de resgate!

O que há em nós para que o Criador de todas as coisas, o Eterno, anseie reaver uma relação íntima com sua criatura, ao ponto de haver pago um alto preço por seu resgate? Para que lute com constância e cheio de misericórdias por cada um?
Acredito que seja devido a nossa incapacidade de o fazer, por nossa pequinês, que seja justamente porque não há em nós as condições necessárias para nos auto-redimir, porque não há em nós força e determinação suficiente para superar o abismo relacional criado pelo pecado...sim acredito que é a nossa diminuta existência e insuficiência que fez e faz com que o Eterno se lembre de nós e anseie para conosco no Jardim andar novamente, restabelecendo assim aquilo que um dia o pecado rompeu.

Talvez façamos parte daqueles que exclamem que Deus não precisa de nós! Bem, essa não é a discussão, o evangelho de João não se apresenta com a mínima pretensão em discorrer se somos necessários ou não, mas o fato é "Ele nos quer ao seu lado, Ele anseia pelo nossos corações", então se você como eu, sente-se incapaz e insuficiente para voltar ao Jardim com o Criador por suas forças, saiba que Ele é quem nos leva em seus braços de amor, é a Sua graça e misericórdia, Seu sacrifício, seu ato de amor. Deus nos amou de tal forma que doou o que tinha de mais valor para nosso resgate, nossos pecados pesaram sobre o Filho, e o que nos resta é lhe entregarmos nosso amor.

É na disposição do resgate que se encontra o valor do objeto!
Sao Carlos - SP
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