set
08
Publicado em (Prateleira) por Marcos Bontempo

JOCUM responde à revista "Carta Capital"

É fácil descobrir a “religião” de qualquer bandido, em especial os que se declaram evangélicos. O difícil trabalho de separar o joio do trigo é feito rapidamente pela imprensa e somos informados com presteza a cada novo “irmão” em cana. A boa notícia é que, se a opção religiosa do delinqüente é omitida, as igrejas evangélicas podem respirar aliviadas. Assim funciona a “liberdade de empresa”. Publica-se o que os donos da empresa mandam. Até aí, nada de novo. O problema é que a mensagem que se lê é tomada como verdade.  Continue lendo »

set
05
Publicado em (Prateleira) por Marcos Bontempo

Velhos tempos aqueles em que nas rodas de amigos era “de bom tom” citar uma revista semanal ou o jornal diário. Hoje é preciso cuidado e ressalvas para não corar de vergonha. Notícias são fabricadas, às vezes escondidas, outras encomendadas. Dizem, e eu concordo, que médico pensa que é Deus, mas jornalista tem certeza. Assim, o que é opinião se transforma em notícia, em verdade e até em fato “jurídico”.  Continue lendo »

mar
24
Publicado em (Prateleira) por Fernanda B. Lobato

Coerentemente cristã 
O último número da Revista Ir ao Povo (nº 139 - março 2008) trouxe uma matéria de duas páginas sobre os 40 anos de Ultimato.O artigo fala um pouco da história desses 40 anos, da missão da editora e dos nossos projetos e parcerias (como Mãos Dadas e RENAS).

Veículo de origem católica, a “Ir ao Povo” ressalta que Ultimato é lida em todos os ambientes cristãos, inclusive o católico. Fala também das dificuldades enfrentadas nesses anos para enviar gratuitamente a oito mil paróquias e a mais de 300 bispos católicos a revista Ultimato e de como isso tem contribuído para diminuir os preconceitos mútuos.

Em entrevista à essa revista, Elben L. César, redator de Ultimato, afirmou: “… Ultimato nunca teve o propósito de arrebanhar católicos romanos para o protestantismo. Mas também nunca escondeu seu objetivo de levar evangélicos, católicos, espíritas e descrentes para o senhorio de Jesus Cristo… Fazemos questão absoluta de sermos continuamente cristocêntricos”.