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O Que Os Evangélicos (Não) Falam
 
De Bênçãos e Traições
A história das famílias de Abraão, Isaque e Jacó
Albert Friesen, Carlos "Catito" Grzybowski e Roseli M. Kühnrich de Oliveira
Páginas 136  
ISBN 85-86539-97-X  
Formato 14x21  
Assunto Casamento / Família, Liderança, Vida Cristã  
Ano 2006
ESGOTADO
Código 41.06
Preço 24,00
 
 
 
 
Não é incomum ouvirmos a frase: “Acontece nas melhores famílias”. É verdade. E, quem diria, até mesmo nas famílias da Bíblia. Porém, assim como Deus, pela sua graça, trabalhou naquelas famílias, ele pode atuar também nas histórias das nossas famílias.

De Bênçãos e Traições leva o leitor a se identificar com as dinâmicas familiares dos personagens bíblicos e ajuda-o a compreender e interpretar melhor a sua história.

As histórias de Abraão, Sara, Isaque, Rebeca e Jacó e suas famílias são analisadas da perspectiva da terapia familiar sistêmica (TFS) e do método da observação fenomenológica. Seja a partir dos conceitos teórico-sistêmicos ou da aplicação de tais conceitos, a leitura deste livro fornece aos conselheiros pastorais recursos metodológicos que podem capacitá-los a ajudar outras pessoas com mais eficácia.


“Quando Isaque chamou seu filho mais velho, Esaú, e decidiu entregar-lhe a bênção da primogenitura, ele não consultou sua esposa. Embora a bênção fosse para o primogênito, a decisão implicava grandes mudanças sociais e econômicas para toda a família. Talvez esse estilo de comunicação truncada tenha levado as mulheres da família a ouvir as conversas alheias...

A comunicação clara, direta, objetiva e em amor ajuda a construir relações mais transparentes. Mas não era esse tipo de comunicação que havia entre o casal: as conversas com motivações ocultas comandavam as ações.

Assim, Rebeca, por seu lado, também chamou Jacó, seu filho, para lhe dar instruções [...].

Em qualquer tipo de relação familiar, quando a dificuldade é omitida torna doloroso o convívio, mas quando é exposta gera a possibilidade de discussão e solução.”
   
 
Resenha do leitorfaça sua resenha
     

Celiopedrosa

Olinda - PE
 
Postado em 18/10/2007 às 14:50:03
A intenção do autor é fazer com que a mentalidade patriarcal familiar indentifique-se com a mentalidade familar atual, onde conflitos familiares fazem parte da criação da família moderna. No caso bíblico, houve ali o cumprimento do propósito de Deus em o maior servir ao menor. Quanto à primogenitura, era também determinação divina, que o filho que rasgasse a madre da mãe fosse o primogênito. No caso Esaú saiu primeiro. E ainda o machismo judaico não consentia o homem consultar a esposa. Jacó não trocaria a primogenitura por comida, e Esaú não lutaria com um anjo por benção, lutaria por comida.
 
 
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Deixem que Elas Mesmas Falem
Elben M. Lenz César
112 páginas

Uma leitura comovente e edificante sobre as experiências religiosas das mulheres da Bíblia.
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Deus dá não apenas generosamente, mas genuinamente, não apenas com a mão aberta, mas com o coração cheio.
J. Blanchard
 
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