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Religião e Política, sim; Igreja e Estado, não Os evangélicos e a participação política |
| Paul Freston |
| Páginas |
200 |
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| ISBN |
85-86539-94-5 |
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| Formato |
14x21 |
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| Assunto |
Ética / Comportamento, Liderança, Vida Cristã |
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| Ano |
2006 |
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| Código |
41.01 |
| Preço |
29,50 |
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Juliane Guarienti
Santa Maria - RS |
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Postado em 31/10/2006 às 02:08:39 |
| Éramos, até pouco tempo, vistos como um povo que vivia apenas com a visão espiritual do reino de Deus, esquecendo que o governo de Deus, instalado em cada um de nós, é o que nos potencializa para influenciar a sociedade com a ética do evangelho do Reino num tempo de reinos e governos sem ética e sem justiça. O debate está aberto. O evangelho é a expressão do amor de Deus. O cristianismo só se tornou pereguidor quando se tornou religião de Estado, no tempo do imperador Teodósio (379-395). Os evangélicos precisam ter a perfeita dimensão de sua participação na política, como cidadão. |
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Sergio Prates Lima
Rio De Janeiro - RJ |
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Postado em 13/11/2006 às 23:22:24 |
| Neste livro Paul Freston alia conceitos bíblicos à análise da participação política dos evangélicos e traça um painel bem claro da importância do voto dos evangélicos, com todas as boas e más implicações que isto traz. Alia sociologia com Bíblia. É leitura obrigatória para pastores, líderes e pretensos candidatos evangélicos. Lê-lo com a Bíblia é necessário, pois os textos citados são diversos. Vale cada centavo pago. |
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Deivinson Gomes Bignon
São Gonçalo - RJ |
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Postado em 17/11/2006 às 09:32:17 |
| Boquinha evangélica: Realmente não devemos confiar nos políticos — ainda que evangélicos — pois a experiência que temos tido na pseudo-democracia brasileira é a de que a corrupção também seduz os ditos "servos de Deus" a tal ponto que os quais lançam mão de qualquer expediente (mesmo que antiético!) para conseguirem a sua "boquinha"... Até quando conviveremos com um sal que não salga e uma luz do mundo que não ilumina nada, mas teima em aderir à escuridão como se fosse parte de sua própria essência? |
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Sergio Augusto C
Rj - RJ |
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Postado em 24/02/2007 às 20:28:19 |
| O livro é bem atrativo pela temática. O que me chamou atenção foi a citação "Se alguém me pergunta se confio em algum político evangélico (...)", a minha opinão, também, é que não confio no evangélico político. Aliás, faz muito tempo que não vemos nenhum evangélico político sendo consultado, ou mesmo teólogo, pastor etc... pela sociedade em termos do que fazer com o meio ambiente, a saúde, a família e a violência. Coisa que na Idade Média era óbvia. Porém como cidadão da terra e dos céus, segundo à palavra de Deus, cumpro o meu papel de profeta contemporâneo. |
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Patricia Neme
Palmas - TO |
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Postado em 16/01/2008 às 17:01:59 |
| Seria maravilhoso se tivessemos governantes verdadeiramente cristãos na regência deste país. Mas é necessários que todos entendamos não ser a pele que faz o cordeiro. No período de campanha na televisão, tenho visto candidatos se apresentando como "irmão" ou "irmã", como se isso fosse garantia de reto agir, reto pensar e reto falar. E as pessoas simples se iludem, acreditando que todo "irmão" tem em si o verdadeiro desejo de seguir o mandamento "ao teu próximo, como a ti mesmo"; e tudo é um "venha a nós"; ao vosso reino, nada! . Aqui na região norte do país, isso chega a ser um escândalo. |
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Eduardo Vasconcellos
Maceio - AL |
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Postado em 02/04/2008 às 01:30:07 |
| Não li o livro, porém creio que o título sugere que é necessário diferenciar o fazer política (partidária) do agir como cidadão político, isto é, pertencente a polis e que atua em prol das causas sociais através de entidades não governamentais. A Bíblia não respalda em nenhum momento que um servo do Senhor se engaje em política partidária, no entanto, o evangelho ordena que nos ocupemos dos desamparados e desprotegidos e façamos algo por eles como se a Jesus estivéssemos fazendo. Quanto ao governante corrupto e suas leis, quem poderá contra a vontade de Deus se a Igreja se prosta em oração? |
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Fernando Xavier Do Amaral
Belo Horizonte - MG |
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Postado em 09/10/2008 às 08:29:25 |
| Pude constatar má performance na política por parte de vários evangélicos. Penso que votar num candidato só por ele ser evangélico seria um critério falho. Contudo, quero propor que tomemos cuidado para que os maus exemplos de políticos evangélicos não nos levem a generalizar. Entre dois candidatos igualmente capazes fico com aquele que for cristão de fato. Este, pela graça, tem algo que o torna especial. Mas, como saber se alguém é de fato cristão? "Pelos frutos conhecereis a árvore". Conhecer bem a conduta do candidato é difícil, mas dará pistas para descobrirmos quem ele realmente é. |
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Nadine
Joao Pessoa - PB |
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Postado em 04/05/2009 às 13:57:55 |
| Bom, a Patricia Neme diz logo mais acima, que "seria maravilhoso ter governantes cristaos na regencia de nosso país". Você acha mesmo q votando em um candidato cristao iria mudar a fome,a corrupçao,a violencia de nosso país?Nao acho que só pelo fato de pessoas votarem em corruptos é pq elas sao "pessoas simples", pense que também existe a FALTA DE OPÇAO! Quando vc diz "pessoas simples" quer dizer que sao ignorantes?? Este termo "simples" vejo no sentido pejorativo. Votar em um governante só pq ele é cristao, é um ato precipitado e um criterio sem argumentos cabiveis a compreensao de pessoas racionais. |
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