Os profissionais em missão(Experiência dirigida por D. César e Philip Greenwood)

Como o povo brasileiro é privilegiado. Há liberdade de escolha e de prática de qualquer religião ou filosofia. As Boas Novas do amor de Deus, amplamente demonstradas na vida e no sacrifício do Senhor Jesus, são pregadas quase todo dia em milhares de templos e casas do Brasil. Ninguém é proibido de conhecer essa mensagem maravilhosa, ninguém é perseguido porque crê em Jesus ou porque possui uma Bíblia.
Por outro lado, nas regiões do mundo onde há pouca ou nenhuma oportunidade de conhecer o Evangelho (e tomar uma decisão informada sobre a identidade verdadeira de Jesus de Nazaré e as implicações dos seus ensinos) mora um pouco mais de 27% da humanidade ou cerca de 1,6 bilhões de pessoas. Por causa da sua situação de necessidade espiritual, essas regiões deveriam ser consideradas entre aquelas que mais precisam de testemunho cristão. Elas deveriam ser uma prioridade para a Igreja do Senhor Jesus Cristo, que deu o mandato de fazer discípulos de todos os povos do mundo (Mt 28.16-20).
Chegou a hora da igreja evangélica brasileira despertar para a importância do ministério dos profissionais em missão como um elemento chave para alcançar os povos dessas regiões. Mas por que esse ministério é “chave” e o que significa ser um profissional em missão?
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