Lutero
Parabéns a
Ultimato por não se omitir na proclamação das verdades eternas contidas nas Sagradas Escrituras. Muitos já se revoltaram e atacaram a revista por ela ter chamado a atenção dos leitores para certos erros, calúnias e difamações. Li na edição de maio/junho a respeito do polonês Ryszard Mozgol, que falou um monte de asneiras sobre Martinho Lutero. Que
Ultimato continue proclamando a Palavra de Deus, para a glória e honra dele.
Rev. Aroldo Agner
Igreja Evangélica Luterana do Brasil
Santiago, RS
Evangélicos e católicos Achei no mínimo cômica a carta do leitor de Umuarama, PR, que diz que “um evangélico por mais errado que seja ainda é mais certo do que qualquer católico”. Tenho apenas 18 anos e sou católico. Durante minha vida conheci muitos evangélicos, todos muito educados, diferentemente desse leitor... Madre Tereza dizia: “Se você critica as pessoas, não tem tempo para amá-las!” Fica aqui a minha mensagem! Aproveito para parabenizar a revista pelo seu conteúdo sempre criativo.
Valdeir Cesário dos Santos
Claraval, MG
Lamento que a conceituada revista de espiritualidade cristã
Ultimato publique cartas ofensivas para os cristãos de tradição católico-romana, como aconteceu na edição de maio/junho, por parte do leitor Odair Orlandi, de Umuarama, PR. É bom salientar que nenhuma revista católica ousa dar apreciações negativas do credo de outras religiões. Ao contrário, se nota um esforço de valorizar o que é bom e santo existente nos outros.
Pe. Ernesto Ascione
Santo Antônio do Descoberto, GO
A carta de Umuarama é radical e irrefletida. Não comungo com o autor. Devemos estabelecer distinções: a Igreja Católica realmente constitui um sistema paralelo à Escritura, não há dúvida. Mas não posso julgar cada católico em particular. Por outro lado, um evangélico pode ser nominal, carnal, hipócrita... Algumas igrejas evangélicas não estão caminhando no mesmo sentido da Igreja Católica medieval?
Alex Esteves da Rocha Souza
Campo Grande, MS
Poder com suavidade Meu elogio ao excelente artigo de Alderi Souza de Matos a respeito dos neopentecostais (“
História”, maio/junho 2008). Há uma mansidão (poder com suavidade) em suas palavras, que, conforme Efésios 4.29, são úteis para a edificação e transmitem graça.
Guilherme Araújo Wood
Campinas, SP
Terapia de vidas passadas Sobre o artigo “
O caminho confuso e perigoso da terapia de vidas passadas”, devemos questionar não a validade do tratamento e sim a roupagem que recebeu. Se há resultado, não devemos descartá-lo e sim compreender que as lembranças trazidas à tona não são um acesso a vidas passadas, mas uma imersão profunda no subconsciente. O que não podemos é maquiar as manifestações do subconsciente como sendo algo a mais do que realmente são apenas para causar curiosidade, crenças falsas e maior consumo da própria terapia.
Paula Quintão
Barbacena, MG
Rubem Alves Em referência à edição de maio/junho e ao artigo “
O sucesso da não-violência”, em se fazendo celebrações de 40 anos, creio ser necessário e louvável lembrar que, também 40 anos atrás, Rubem Alves defendeu sua tese “Towards a Theology of Liberation: An Exploration of the Encounter between the Languages of Humanistic Messianism and Messianic Humanism” (Teologia da Libertação: Explorando o Encontro entre as Linguagens do Messianismo Humanístico e do Humanismo Messiânico) no mesmo Seminário Teológico de Princeton, onde Raimundo Barreto Jr. se formou. Tal tese foi publicada, com muito sucesso, em inglês, sob o título “A Theology of Human Hope”, em 1969. Sua tradução portuguesa apareceu em 1987 sob o título “Da Esperança”. Lembro-lhes também que Rubem Alves, em sua dissertação, produzida um pouco antes de um estudo similar de Gustavo Gutiérrez Merino, foi um dos primeiros a usar o então original termo “Teologia da Libertação”. Ademais, tal discussão abriu caminho para a criação de outras teologias da libertação, como a negra, feminista, entre outras. Sem desmerecimento à lembrança do legado de King, seria também justo
Ultimato lembrar e celebrar a produção acadêmica de um brasileiro que tanto influenciou e ainda influencia a teologia ocidental. Ainda que o Rubem Alves não mais se defina como teólogo, seu legado é inquestionável e caberia uma entrevista com o próprio.
Dr. Bruno J. Linhares
Rio de Janeiro, RJ
Acampamento Quest Na edição de novembro/dezembro de 2007,
Ultimato publicou uma notícia sobre o Acampamento Quest, nas proximidades de Clarksville, em Ohio, e de outros cem da mesma linha tanto nos Estados Unidos como no Canadá, que pregam o ateísmo. Por coincidência nosso acampamento aqui em Jaraguá do Sul, no Estado de Santa Catarina, também se chama Quest, embora de linha diametralmente oposta. Somos um acampamento cristão de aventura, focado em evangelismo e no desenvolvimento de líderes, no estilo de Jesus — líder-servo. Estamos servindo a Deus desafiando pessoas de todas as idades usando princípios bíblicos e éticos em um ambiente de acampamento. Por causa do nome Quest e porque parte de nossa equipe é do Canadá, tem havido algum questionamento a nosso respeito. Por meio desta carta queremos deixar claro que o nosso Quest não tem nada a ver com o Quest ateísta. Para mais informações acesse
www.questbr.com.
Carol Wilbert
Jaraguá do Sul, SC
Homossexualidade A revista
Ultimato tem tendência homofóbica, por isso não farei assinatura da mesma.
José Lima de Oliveira Júnior
João Pessoa, PB
“Arrependei-vos e crede no evangelho” É pena que os cristãos digam que Deus diz o que ele não diz. Depois de dizer que o homem exige arrependimento do ofensor para perdoá-lo, o artigo “Orgulho e preconceito” (maio/junho de 2006, p. 54) dá claramente a entender que Deus, para perdoar, não exige nada (em contraste com o homem). Não é o que vejo Deus dizer na Bíblia. Ele enfatiza o arrependimento, como se pode ver em Marcos 1.15; Mateus 11.20-24; Lucas 13.1-5; Apocalipse 2.16 e 21; 3.3; 9.20-21; 16.9. É certo que o perdão de Deus, baseado na remissão de pecados feita no Calvário, é perfeito; o do homem não é. Tenho exortado os crentes a que alimentem espírito de perdão e a que perdoem, independente da atitude do ofensor. Mas que Deus exige arrependimento, exige. Tanto assim que até para nos arrependermos Deus nos socorre, porque somos incapazes disso (Rm 2.4).
Odayr Olivetti
Águas da Prata, SP
Somos longânimos com todos na igreja, como Jesus ensinou, mas não com os homossexuais. Parece que o sentimento que cultivamos por eles é de repulsa. Eles se sentirão seguros em nosso meio?
Marcos Paulo Silva
Três Lagoas, MS
Por favor, não me despertem Em certa igreja a presença de Deus era quase tocável. Irmãos com responsabilidade missionária à flor da pele. Os jovens vivendo sem fornicação e mulheres emocional e espiritualmente inteligentes e de vida abundante. Crianças sempre contentes e adolescentes radicalmente santificados. Líderes de espiritualidade responsável e íntegros. Tudo isso vi com meus próprios olhos até que... acordei. Era tudo um sonho. Mesmo que esse sonho não se torne real, vou mantê-lo. Por favor, não me despertem!
Lucimara Magalhães
São Bernardo do Campo, SP
Uso de animais na ciência Li a frase do Luiz Eugênio Araújo de Moraes Mello afirmando que os testes em animais são absolutamente necessários. Não sou profissional na área, mas nem por isso deixo de saber que não há nada de absolutamente necessário nos testes em animais. Acredito que seja palpável abolir o uso de animais, não apenas no ensino como também na pesquisa. Isso já foi tecnicamente provado. Vejam-se os livros “A Verdadeira Face da Experimentação Animal e Alternativas ao Uso de Animais Vivos na Educação”. O embate acontece principalmente por motivos políticos e interesses financeiros.
Daniela Letícia Rodriguez
Contagem, MG
Templos com simplicidade Como assinante, leio com muito interesse todos os artigos, mas olho também os anúncios. Chamou minha atenção um anúncio mostrando fachadas de templos com arquitetura exageradamente moderna. Gostaria de recomendar às igrejas com projetos de novas construções que ergam seus templos com simplicidade. Beleza e funcionalidade, sim, mas com simplicidade. Todo o dinheiro gasto em decoração exagerada e inútil poderia ser melhor aplicado em missões. Sempre faltam recursos para a obra missionária, cujos obreiros vivem muitas vezes em pobreza.
Wilfried Körber
Vinhedo, SP
Ultimato
Gostaria de parabenizar a Editora Ultimato pelo serviço que presta ao cristianismo. Apesar de não concordar (obviamente) com toda a sua linha doutrinária, reconheço que a revista tem sido um manancial de espiritualidade e profecia.
Pe. Bráulio Lins
Palmares, PE
Sou padre da Santa Igreja Católica e recebo
Ultimato. Não sei quem me manda, pois não a pedi. Contudo, gosto muito de recebê-la e de lê-la. Peço, humildemente, que essa revista seja um meio de aproximação entre nós cristãos. Que ela possa conter artigos também católicos, se possível.
Pe. Josileudo Q. Façanha
Araçoiaba, CE
A última vez que escrevi a
Ultimato foi para fazer uma crítica feroz. Fico decepcionado comigo ao me lembrar que, depois do artigo criticado por mim, li outros tantos maravilhosos e não tive a mesma presteza para elogiá-los. A edição de maio/junho é fantástica: sábia, coerente e convidativa a reflexões.
Fausto Fernandes Pereira
Inhumas, GO
Ultimato faz muito bem à minha alma! Foi um dos melhores investimentos que fiz em termos de assinaturas de periódicos que nos trazem reflexão teológica com inteligência sem se tornarem exaustivos.
Pr. Edivandro Fernandes Carlos
Vila Velha, ES
Os hinos dos nossos antepassados e dos noviços Falar do corinário “Vem Cantar” é falar das dificuldades que a igreja brasileira vive; de um lado os que querem cantar somente a músicas de nossos antecessores, as quais marcaram gerações, e do outro os noviços, da geração do louvor espontâneo. Não podemos viver sem nossas raízes nem sem conhecer o novo, pois as igrejas que perdem suas origens vivem de modismos, sem valorizar a arte e a cultura, embasadas numa idéia do “aqui e agora”, e aquelas que vivem sem observar o presente não têm futuro promissor, pois estão isoladas, vivendo do passado, comendo o maná do dia anterior. Valdivino reúne neste corinário o antigo e o novo mostrando que é possível haver uma harmonia entre o passado e o presente, que o Deus de ontem é o mesmo de hoje e o será para sempre.
Welington Fernandes de Lima
Barra do Garças, MT
Fora de foco A igreja está mesmo perdendo o foco. De agência missionária, ela se tornou um hospital para cuidar de seus doentes ou uma empresa que necessita de novidades para que o cliente se mantenha fiel. Quando me converti, no final de 1989, a minha igreja era atuante e promovia visitas a lares, hospitais, presídios etc. Hoje, esta mesma igreja local vive de cultos semanais, com muito pouco evangelismo. Como no futebol, o que mais se vê agora é a troca de pessoas de uma denominação para outra. Por qualquer motivo se muda de time.
Luiz Fernandes Martins
Campo Belo, MG
Netos, bisnetos e trinetos
Na “
Carta ao leitor” da edição de maio/junho, lê-se que David Alves “tem sete filhos, 51 netos, 79 bisnetos e cinco tetranetos”. Ora, pela seqüência, após os bisnetos, vêm os trinetos e não os tetranetos ou tataranetos — os tetranetos são filhos dos trinetos e não dos bisnetos! Mesmo completando 100 anos, David Alves dificilmente terá tetranetos (tomara que sim!), mas creio que seriam necessários mais uns bons anos.
Otavio Antonio Varella
Araraquara, SP
Marina Silva
Fiquei muito feliz com o artigo da ex-ministra e senadora Marina Silva (“
Meio ambiente e fé cristã”, maio/junho). Seu trabalho à frente do Ministério do Meio Ambiente, a forma digna e decente como saiu de lá, abrindo mão de cargos e com altivez, sem arrogância, seu profundo conhecimento e reconhecimento mundial, quando o assunto é meio ambiente, e, principalmente, seu amor ao evangelho, nos levam a implorar a
Ultimato que a irmã Marina Silva faça parte da relação de seus colunistas fixos.
Wilson de Oliveira Jr.
Recife, PE